quarta-feira, 15 de julho de 2015

Missa de sétimo dia do falecimento de Difendi Ernesto Lagni, pai do monsenhor Daniel



No próximo domingo (19) às 7h30, será celebrada a missa de sétimo dia de falecimento do Sr. Difendi Ernesto Lagni, 86 anos, pai de oito filhos, inclusive do nosso pároco, monsenhor Daniel Lagni, que irá presidir a celebração.

O Sr. Difendi, que nasceu em Poraí (RS) no dia 28 de novembro de 1928, morava na Casa Paroquial da Paróquia São Sebastião, no Jardim América, com o monsenhor Daniel e o padre Zezão. Ele vinha se tratando de hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares. Faleceu às 15h30, do último domingo (12) após sofrer um infarto dentro de casa.

O sepultamento aconteceu na segunda-feira (14) no jazigo da família, onde está enterrada também a esposa, no cemitério de Vianópolis (GO), município em que moram mais dois filhos. Vários familiares (filhos, genros, noras e alguns netos) vieram prestar as últimas homenagens ao Sr. Difendi.

O monsenhor Daniel agradece a todos que participaram, de modo especial os paroquianos da Paróquia São Sebastião pelo apoio e carinho prestados. Ele agradece também ao padre Zezão que convivia com o Sr. Difendi.

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sábado, 27 de junho de 2015

Projeto de reforma da Capela São João Bastista



Já está pronto o projeto de reforma da Capela São João Batista, localizada na Avenida C-231, Quadra 500, no Jardim América. Os trabalhos começam no início do próximo mês de agosto. Contamos com a sua colaboração.

Contatos da Paróquia: (62) 3286-6531. E-mail: paroquiasaosebastiaogoiania@gmail.com  Capela: 3251-6830






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Quem é responsável pela missão?


Irmã Marlene Elisabete (CS) 25 anos em missão na Europa e África


1-TODOS OS FIÉIS: “A todos os fiéis incumbe o glorioso encargo de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens em toda a terra” (Apostolicam Actuositatem, 3).

2-OS BISPOS: “Os irmãos bispos são comigo diretamente responsáveis pela evangelização do mundo, quer como membros do colégio episcopal, quer como pastores das Igrejas particulares” (RM). “O cuidado de anunciar o Evangelho, em toda a terra, pertence ao colégio dos pastores, aos quais, em comum, Cristo deu o mandato” ( Lumen Gentium, 23). “Os bispos foram consagrados não apenas para uma diocese, mas para a salvação de todo o mundo” (Ad Gentes, 38).

3-Os SACERDOTES: “O dom espiritual, recebido pelos presbíteros na ordenação, não os prepara para uma missão limitada e determinada, mas sim para a missão imensa e universal , até os confins da terra; de fato, todo o ministério sacerdotal participa da amplitude universal da missão confiada por Cristo aos Apóstolos” ( Presbyterorum Ordinis, 10).

4-OS SEMINARISTAS: “Com espírito verdadeiramente católico (os candidatos ao sacerdócio), habituem-se a transcender a própria diocese, nação ou rito, e ajudar as necessidades de toda a Igreja, dispostos a pregar o Evangelho em toda a parte (Optatam Totius, Decreto do Concílio Vaticano II sobre a formação sacerdotal, 20).

5-OS JOVENS: “Aos jovens, eu peço que escutem a palavra de Cristo, a eles dirigida hoje, como então foi dita a Pedro e a André na margem do lago: Vinde após Mim, e Eu farei de vós pescadores de homens” (Redemptoris Missio, 80).

Mons. Daniel Lagni – Mestre em Teologia Dogmática

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Questão de pecado contra o Espírito Santo


1-Desespero da salvação. A pessoa não pede perdão pois acredita que Deus seria incapaz de perdoar. Não pedindo perdão, logicamente não é perdoado. Não acredita no perdão e na misericórdia divina.

Atitude de incredulidade frente a Deus, sem remorsos e arrependimento. Não há pecado que não possa ser perdoado, desde que haja arrependimento e pedido sincero de perdão...pecado contra o Espírito Santo é não acreditar, não confiar na misericórdia divina. Quem não se arrepende é como se vivesse num pecado eterno, permanente.

2-Presunção da salvação. Quando a pessoa já se julga salva e se recusa pedir perdão a Deus....autossuficiência. Ignorar a graça, o amor e a misericórdia de Deus. Trata-se de uma decisão consciente e livre de recusa ao perdão divino.

3-Negar a verdade. A pessoa se entrega à mentira, acreditando na mentira como se fosse verdade.

4-Ter inveja, raiva de Deus. Por julgar que Deus tem preferências, dando uma graça para outros e não para mim. (ah..Deus esqueceu de mim...).

5-Impenitência final.  Quando a pessoa recusa o perdão de Deus na hora da morte, recusa dos sacramentos, recusa ao arrependimento, endurecimento do coração, recusa do apelo de Deus à conversão

6-Pecado contra o Espírito Santo. Não tem perdão porque a pessoa não quer pedir perdão, não se deixa mover e tocar pela graça e pela voz da consciência. No Senhor sempre encontramos a misericórdia e copiosa redenção. Afirma o Catecismo da Igreja Católica que a “misericórdia de Deus não tem limites, mas quem se recusa deliberadamente a acolher a misericórdia de Deus pelo arrependimento, rejeita o perdão de seus pecados e a salvação oferecida pelo Espírito Santo.
Semelhante endurecimento pode levar à impenitência final e à perdição eterna “( CIC . n. 1.864). O perdão de nossos pecados é uma graça, mas essa graça somente nos alcança se quisermos: a salvação é obra de Deus em nós, mas não sem nós.

Mons. Daniel Lagni – Mestre em Teologia Dogmática.

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domingo, 14 de junho de 2015

Missa do Sagrado Coração de Jesus: novos membros no Apostolado da Oração




Na tarde de sábado, 13 de junho, festa de Santo Antônio, foi celebrada a festa do Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, na Paróquia São Sebastião. O Apostolado da Oração paroquial recebeu novos 15 membros. O ato contou com momento de palestra, Adoração ao Santíssimo Sacramento, a presença do monsenhor Aldorando e missa presidida pelo pároco monsenhor Daniel Lagni. Os melhores momentos nas fotos abaixo.












VEJA MAIS FOTOS,CLIQUE AQUI

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Regional Nordeste 3 divulga nota contra a adoção da ideologia de gênero nas escolas

A presidência do regional Nordeste 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu nota sobre a mobilização das lideranças da Igreja na Bahia e Sergipe contra a adoção da ideologia de gênero pelas escolas públicas municipais. No texto, os bispos alertam para o que consideram perigo e ataque à família. Confira a íntegra da nota.

Salvador, 10 de junho de 2015

Aos senhores Arce/Bispos
Aos Coordenadores Diocesanos de Pastoral
Aos Presbíteros párocos, vigários, reitores de seminários e outros
Aos Coordenadores (as) e Assessores (as) de Pastorais, Movimentos e Organismos
Aos fiéis leigos

Mobilização das lideranças da Igreja na Bahia e Sergipe contra a adoção da Ideologia de gênero pelas escolas públicas municipais

 “A escola educa para o verdadeiro, para o bem e para o belo. A educação não pode ser neutra, enriquece ou empobrece” (Papa Francisco, 10 de maio de 2014)

No mês de junho todos os 5.570 municípios brasileiros deverão aprovar seus Planos Municipais de Educação (PME), de acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, instituído pela Lei 13.005/2014. O PNE foi fruto de um intenso debate democrático com participação dos cidadãos brasileiros e de muitas pessoas com interesse pela família. Nele a Câmara dos Deputados e o Senado Federal rejeitaram a menção à "igualdade de gênero" pela relação direta que a expressão tem com a chamada "ideologia de gênero". Surpreendentemente, o tema reaparece agora colocado no processo para a aprovação dos Planos Municipais de Educação que orientarão as secretarias de educação e as diretorias das escolas municipais nos próximos 10 anos.

Preocupa-nos o desrespeito pelas regras da democracia representativa uma vez que o Plano Nacional de Educação, neste particular, aparece ignorado e se reintroduz de forma autoritária a ideologia do gênero anteriormente rejeitada.

Por isso, precisamos nos mobilizar para que a mesma rejeição aconteça nos processos legislativos estaduais e municipais.

Precisamos, com urgência, alertar os Deputados e Vereadores sobre o perigo da ideologia de gênero, a fim de que atuem com firmeza na rejeição desse ataque frontal à família.
Alguns pontos sobre a Identidade de Gênero ou Ideologia de Gênero

Trata-se da distorção completa do conceito de homem e mulher, ao propor que o sexo biológico seja um dado do qual deveríamos libertar-nos, cabendo a cada indivíduo decidir o tipo de gênero a que pertenceria nas diversas situações e fases da sua vida. Para a difusão dessas ideias, os seus defensores têm como meta a “desconstrução” da sociedade, começando pela família e pela educação dos filhos.

Essa ideologia comporta diversos inconvenientes para a educação:

1-      A confusão causada nas crianças no processo de formação de sua identidade, fazendo-as perder as referências.

2-      A sexualidade precoce, na medida em que a ideologia de gênero promove a necessidade de uma diversidade de experiências sexuais para a formação do próprio “Gênero”.

3-      A abertura de um perigoso caminho para a legitimação da pedofilia, também considerada um tipo de gênero.

4-      A banalização da sexualidade humana podendo aumentar a violência sexual, sobretudo contra mulheres e homossexuais.

5-      A usurpação da autoridade dos pais, em matéria de educação de seus filhos, principalmente em temas de moral e sexualidade, já que todas as crianças serão submetidas a influencia dessa ideologia, muitas vezes sem o conhecimento e o consentimento dos pais.
Trata-se de uma violência arbitrária do Estado. Não cabe ao governo, contra a vontade da maioria da população, formatar a cabeça das nossas crianças.

Os vereadores têm a oportunidade de agir como representantes da vontade popular.
Para uma articulação capilar em todos os municípios da Bahia e de Sergipe, recomendamos aos nossos irmãos bispos que orientem os presbíteros, diáconos e demais lideranças que acompanhem de perto as discussões e decisões acerca da aprovação do PME nas Câmaras Municipais e conversem com vereadores e membros das secretarias de educação, manifestando a nossa posição contrária.
Fraternalmente,

Dom João Carlos Petrini
Bispo da Diocese de Camaçari
Presidente da CNBB Regional NE3

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Regional Sul 1 também divulga nota sobre ideologia de gênero nos planos de educação



Bispos do regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgaram nota, na quinta-feira, 11, ao final da 78ª Assembleia Episcopal Regional, sobre a inclusão da chamada ideologia de gênero, nos planos municipais de educação. O texto contêm esclarecimentos sobre tema em questão. "Diante dessa grave ameaça aos valores da família, esperamos dos governantes do Legislativo e Executivo uma tomada de posição que garanta para as novas gerações uma escola que promova a família, tal como a entendem a Constituição Federal (artigo 226) e a tradição cristã, que moldou a cultura brasileira", assinam os bispos.
Leiam o texto na íntegra:

NOTA DO REGIONAL SUL 1/CNBB
SOBRE IDEOLOGIA DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO

Aos Srs. Prefeitos, Presidentes e Vereadores dos Municípios,
educadores e pais no Estado de São Paulo;


Nós, Bispos católicos do Estado de São Paulo (Regional Sul 1 da CNBB), no exercício de nossa missão de Pastores, queremos manifestar nosso apreço ao empenho dos Conselhos Municipais de Educação na elaboração dos Planos Municipais de Educação para o próximo decênio, a serem votados nas Câmaras Municipais. Destacamos nesses projetos, além da universalização do ensino, o empenho em colocar, como eixo orientador da educação, a inclusão social, para que uma geração nova de homens e mulheres possa se tornar construtora de uma sociedade onde todas as pessoas, grupos sociais e etnias sejam respeitados e possam participar e se beneficiar da produção dos bens materiais e culturais, numa nação cada vez mais próspera e justa. Consideramos, entretanto, oportuno e necessário esclarecer o que segue, no que se refere à ideologia de gênero, nos Planos Municipais de Educação:

A discussão dos Planos Municipais de Educação, deveria ser orientada pelo Plano Nacional de Educação (PNE), votado no Congresso Nacional e sancionado em 2014 pela Presidente da República, do qual já foram retiradas as expressões da ideologia de gênero.

Os projetos enviados aos Legislativos Municipais incluíram novamente, em suas propostas, a ideologia de gênero, como norteadora da educação, tanto como matéria de ensino, como em outras práticas destinadas a relativizar a natural diferença sexual.

A ideologia de gênero, com que se procura justificar esta “revolução cultural”, pretende que a identidade sexual seja uma construção exclusivamente cultural e subjetiva e que, consequentemente, haja outras formas igualmente legítimas de manifestação da sexualidade, devendo todas integrar o processo educacional com o objetivo de combater a discriminação das pessoas em razão de sua orientação sexual.

A ideologia de gênero subverte o conceito de família, que tem seu fundamento na união estável entre homem e mulher, ensinando que a união homossexual é igualmente núcleo fundante da instituição familiar.

As consequências da introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas contradiz frontalmente a configuração antropológica de família, transmitida há milênios em todas as culturas. Isso submeteria as crianças e jovens a um processo de esvaziamento de valores cultivados na família, fundamento insubstituível para a construção da sociedade.

Diante dessa grave ameaça aos valores da família, esperamos dos governantes do Legislativo e Executivo uma tomada de posição que garanta para as novas gerações uma escola que promova a família, tal como a entendem a Constituição Federal (artigo 226) e a tradição cristã, que moldou a cultura brasileira.

Pedimos ainda que seja cumprido o que dispôs o Conselho Nacional de Educação, através da Câmara de Educação Básica, que, dispõe que o ensino religioso integra a base nacional comum da Educação Básica (na resolução número 4, de 13/07/2010, em seu artigo 14, § 1, letra F).

Seja, pois, incluído nos Planos Municipais de Educação o ensino religioso, em sintonia com a confissão religiosa da família, que tem filhos na escola.

Queremos também solidarizar-nos com todos os que sofrem discriminação na sociedade. Que as escolas ofereçam uma educação que valorize a família e a prática das virtudes, acolhendo bem a todos, seja qual for a orientação sexual.

Deus abençoe a todos que trabalham na educação das crianças, adolescentes e jovens.

Aparecida, 11 de junho de 2015.

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB

Dom Moacir Silva
Vice-Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB

Dom Tarcísio Scaramussa
Secretário do Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB

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