quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Jovens e adultos são crismados na Paróquia São Sebastião
No domingo, 6 de dezembro, o nosso pároco, Monsenhor Daniel Lagni, celebrou a Crisma de 20 jovens e adultos que se preparam na Paróquia São Sebastião. Em sua homilia, ele deixou a mensagem da paróquia. "Hoje vocês estão sendo crismados, mas contamos com cada um, para que assuma a sua fé e responsabilidades na Igreja que não são poucas. Vamos juntos construir a nossa comunidade paroquial".
Com essa celebração, encerrasse a catequese paroquial que terá início em 2016 logo após o Carnaval. As matrículas, porém, começam antes em data a ser publicada neste site. Confira nas fotos como foi a celebração.
VEJA TODAS AS FOTOS. CLIQUE AQUI
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domingo, 29 de novembro de 2015
Programação de Natal na Paróquia
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Campanha para a Evangelização 2015
A Campanha para a Evangelização associa a Encarnação do Verbo e o nascimento de Jesus Cristo com a missão permanente da Igreja que é evangelizar. Inicia-se na festa de Cristo Rei, e encerra-se no terceiro domingo do Advento, quando deve ser realizada nas comunidades a Coleta para a Evangelização.
Durante a Campanha deste ano, ocorrerá a abertura do Jubileu Extraordinário da Misericórdia. É desejo do Papa Francisco que a Igreja anuncie a misericórdia, caminho que une Deus e os homens, e nutre a esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado.
As comunidades são chamadas a prepararem as pessoas para contemplarem o rosto misericordioso de Deus, manifesto na ternura do Filho que Maria Santíssima apresenta a todos, e acolherem os valores que Ele nos anuncia.
“Sede Misericordiosos” é lema da Campanha para Evangelização 2015
Em sintonia com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que acontecerá de 8 de dezembro deste ano até 20 de novembro de 2016, o Campanha para a Evangelização (CE) 2015 traz como lema “Sede Misericordiosos”. A iniciativa, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), completou 17 anos a serviço das atividades pastorais da Igreja.
A Campanha iniciará na Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo e se estenderá até o terceiro domingo do Advento. É articulada pela Comissão Episcopal para a Campanha para a Evangelização da CNBB.
Este ano, a mobilização nacional promoverá iniciativas que visam refletir com a comunidade sobre a importância da acolhida e do perdão. “Queremos, pois, destacar que Evangelização e Misericórdia são duas faces de uma mesma ‘moeda’: evangelizar é anunciar a misericórdia divina; fazer experiência dessa misericórdia é entrar no coração do Evangelho”, explica o arcebispo de Salvador e vice-presidente da CNBB, dom Murilo Krieger.
O lema escolhido também volta-se para o tempo litúrgico do Advento, período de preparação para o Natal, e início do Jubileu da Misericórdia. “É preciso levar em conta que no dia 8 de dezembro, o papa Francisco abrirá o Ano da Misericórdia. No domingo seguinte, quando este mesmo Ano Jubilar estiver sendo aberto nas dioceses, estaremos no ponto alto da Campanha para a Evangelização” comenta o primaz do Brasil, dom Murilo.
Oração da CE
Pai Santo, quisestes que a vossa Igreja fosse no mundo fonte de salvação para todas as nações,
a fim de que a obra do Cristo que vem continue até o fim dos tempos.
Aumentai em nós o ardor da evangelização, derramando o Espírito prometido,
e fazei brotar em nossos corações a resposta da fé.
Por Cristo, nosso Senhor.
Amém!
A Campanha para a Evangelização
A Campanha para a Evangelização foi criada pela Conferência Nacional dos Bispos em 1998, para o exercício da solidariedade de todos os católicos no sustento da missão evangelizadora da Igreja em nosso país. A Campanha deve ser realizada tendo o seu início na festa de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, e encerrada no terceiro domingo do Advento, com a realização da Coleta para a Evangelização.
O objetivo da Campanha é despertar os discípulos e as discípulas missionários(as) para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil.
A Coleta para a Evangelização
O gesto concreto de colaboração dos discípulos e das discípulas missionários(as) na Coleta para a Evangelização será partilhado, solidariamente, entre as Dioceses, os 18 Regionais da CNBB e a CNBB nacional, visando à execução de suas atividades evangelizadoras.
Dia 13 de dezembro – Coleta para a Evangelização
A Campanha para a Evangelização segue o exemplo das primeiras comunidades, às quais Paulo recomendava que os que têm se enriqueçam de boas obras, deem com prodigalidade e repartam com os demais (cf. 2Cor 8 e 9).
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Festa de São Sebastião celebra Jubileu de Ouro paroquial
A novena em louvor a São Sebastião, Padroeiro da nossa Paróquia, começa no dia 12 e janeiro e prossegue até o dia 20. Neste ano a paróquia celebra o seu Jubileu de Ouro de criação, de 18 de janeiro de 2016 até 18 de janeiro de 2017. O tema geral do festejo deste ano está em sintonia com o Ano Extraordinário da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco. Confira toda a programação nas imagens ao lado.
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sábado, 28 de novembro de 2015
Compromissos dos padres em dezembro
Dias 1 a 5 - às 18h - confissões dos crismandos
Dia 6 - Crismas na matriz, às 19h30 - Monsenhor Daniel
Dia 8 - Imaculada Conceição - Missas na Matriz
7h30 - Monsenhor Daniel e 19h30, Padre Zezaão (Abertura do Ano Jubilar da Misericórdia)
Dia 9 - Missa e novena de Nossa Senhora de Guadalupe, às 19h30 (Monsenhor Daniel no Parque das Laranjeiras)
AGENDA COMPLETA, CLIQUE AQUI
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Paróquia São Sebastião tem novos Conselhos Pastoral e Econômico
Os Conselhos Paroquiais e para Assuntos Econômico são organismos únicos na paróquia, que representam a variedade e unidade dos carismas, ministérios e estados de vida presentes no território da paróquia, segundo os princípios de unidade e diversidade. São organismos consultivos que, sob a presidência do pároco ou administrador paroquial, planejam, organizam, lideram, coordenam e avaliam a pastoral orgânica da paróquia, exprimindo a unidade e corresponsabilidade, na comunhão eclesial. (Cân. 536, Inc. 2). Regem-se pelo Estatuto dos Conselhos Paroquiais aprovado pelo Arcebispo e pelo Direito Universal.
Os conselhos são ainda órgãos de participação responsável dos batizados, mediante ação pastoral na paróquia, onde os fiéis, segundo a condição e os múnus próprios, cooperam na construção do Corpo de Cristo (cân. 208).
a) São a resposta obrigatória recebida por meio do batismo e da confirmação;
b) A garantia da presença e da atuação do laicato, cujo desempenho leva os membros ao apostolado, à proclamação do anúncio divino da salvação e à animação e ao aperfeiçoamento das realidades temporais, em unidade eclesial dinâmica (cân. 225).
Em setembro, a Paróquia São Sebastião renovou os seus Conselhos Pastoral e Econômico, que ficaram assim compostos.
Conselho Econômico
Valdeli Mota dos Santos
Renaldo José da Silva
Raimundo José Vieira da Silva
Célio das Dores Pereira
Antonio Alves Pinto
Leidimar Caetano da Silva
Conselho Pastoral
Andreza Mara Lobo
Glaucy Mary Pinheiro Castro
Bento Martins Luz
Maria Aparecida Fernandes
Murilo Miranda
Argemiro Lopes Gonçalves
Daniela Lino
Maria de Hilda Almeida
Daivison Sidney de Araújo
Marina Nassar
Joana Nery Fonseca
Os conselhos são ainda órgãos de participação responsável dos batizados, mediante ação pastoral na paróquia, onde os fiéis, segundo a condição e os múnus próprios, cooperam na construção do Corpo de Cristo (cân. 208).
a) São a resposta obrigatória recebida por meio do batismo e da confirmação;
b) A garantia da presença e da atuação do laicato, cujo desempenho leva os membros ao apostolado, à proclamação do anúncio divino da salvação e à animação e ao aperfeiçoamento das realidades temporais, em unidade eclesial dinâmica (cân. 225).
Em setembro, a Paróquia São Sebastião renovou os seus Conselhos Pastoral e Econômico, que ficaram assim compostos.
Conselho Econômico
Valdeli Mota dos Santos
Renaldo José da Silva
Raimundo José Vieira da Silva
Célio das Dores Pereira
Antonio Alves Pinto
Leidimar Caetano da Silva
Conselho Pastoral
Andreza Mara Lobo
Glaucy Mary Pinheiro Castro
Bento Martins Luz
Maria Aparecida Fernandes
Murilo Miranda
Argemiro Lopes Gonçalves
Daniela Lino
Maria de Hilda Almeida
Daivison Sidney de Araújo
Marina Nassar
Joana Nery Fonseca
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Monsenhor Daniel Lagni celebra missa por ocasião dos 79 anos da Santa Casa de Misericórdia
Na última terça-feira (3), o nosso pároco, Monsenhor Daniel Lagni, presidiu missa na Ala Madre Paulina, em Ação de Graças pelos 79 anos da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia. A celebração contou com a participação de funcionários, pacientes e autoridades civis.
História
Quando fundado, em 1936 - ainda na Rua 4 no Setor Central -, o hospital contava com uma estrutura pequena e poucos profissionais. Hoje está moderno e traz como características o atendimento humanizado e o desenvolvimento estrutural e científico.
A instituição, maior hospital parceiro do Sistema Único de Saúde (SUS) em Goiás, conta atualmente com mais de 230 leitos de internação, 12 salas de cirurgias e 20 leitos na Unidade de Terapia Intensiva Adulto. O Hospital possui ainda 73 consultórios, laboratório de Análises Clínicas e Anatomia Patológica, atendimento em hemodinâmica e hemodiálise. Um dos maiores hospitais filantrópicos do Brasil, a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia é operada por mais de mil funcionários. Possui um corpo técnico com mais de 700 profissionais e atende em mais de 35 especialidades médicas nas mais diversas áreas.
Com Santa Casa/Fotos: Wagmar Alves/PUC
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quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Compromisso dos padres no mês de novembro
Dia 5 - Missa na Matriz, às 6h30 - Pe. Zezão
Reunião do Vicariato Centro (São José) às 10h - (TODOS)
Missa na Capela São João, às 19h30 - Monsenhor Daniel
Dia 6 - Primeira Sexta-feira do Mês - Hora Santa, às 18h30 e Missa na Matriz às 19h30 - Monsenhor Daniel
Dia 7 - Missa na Casa das Irmãs - 7h30 - Pe. Zezão
Reunião da Forania - Paróquia Dom Bosco, às 8h - (TODOS)
Dia 8 - Missa na Matriz, às 7h30 - Pe. Zezão
Missa na Capela São João, às 9h - Monsenhor Daniel
Missa na Matriz, às 10h - Pe. Zezão
Missa na Matriz, às 19h30 - Monsenhor Daniel
Missa no Finsocial, às 20h - Pe. Zezão
Feijoada - Amor Exigente no Salão, às 20h
Dia 10 - Missa e novena na Matriz, às 19h30 - Monsenhor Daniel
Missa na Creche Santa Luzia, às 19h30 - Pe. Zezão
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Por que alguns profetas são denominados “maiores” e outros “menores”?
A distinção entre os profetas maiores e menores se deve tão somente à produção literária, ou seja, ao tamanho dos textos escritos por eles.
Os profetas chamados “maiores” são quatro: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel. Os profetas chamados “menores” são treze: Baruc, Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, e Malaquias. A divisão em maiores e menores não está relacionada à importância pessoal entre eles, mas tão somente à quantidade de texto escrito.
Elencamos abaixo os dois grupos, indicando os livros que escreveram e a quantidade de capítulos de cada um, assim será mais fácil compreender essa divisão. A sequência dos livros segue a distribuição apresentada na Bíblia Ave Maria, pois a apresentação deles na Bíblia Hebraica segue outra sequência, bem como em outras edições.
Oseias e Zacarias também têm 14 capítulos cada, mas em Daniel encontramos mais versículos dos que nos livros de Zacarias e Oseias, o que mantém o livro de Daniel maior que esses dois, por ter mais conteúdo escrito. Poderíamos também aumentar o grupo dos profetas maiores de quatro para seis, mas convencionalmente foi adotada essa divisão, portanto a seguimos.
Profetas maiores:
Isaías – 66 capítulos
Jeremias – 52 capítulos (mais o livro das Lamentações de Jeremias, com 5 capítulos)
Ezequiel – 48 capítulos
Daniel – 14 capítulos
Profetas menores:
Baruc – 6 capítulos
Oseias – 14 capítulos
Joel – 4 capítulos
Amós – 9 capítulos
Abdias – 1 capítulo
Jonas – 4 capítulos
Miqueias – 7 capítulos
Naum – 3 capítulos
Habacuc – 3 capítulos
Sofonias – 3 capítulos
Ageu – 2 capítulos
Zacarias – 14 capítulos
Malaquias – 3 capítulos
Fonte: Revista Ave Maria
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sábado, 31 de outubro de 2015
Francisco: Deus não condena, pode somente amar
Deus não condena, pode somente amar: em síntese, foi o que disse o papa Francisco na Missa celebrada na manhã do dia 29, na Casa Santa Marta.
Na primeira leitura, São Paulo explica que os cristãos são vencedores porque “se Deus está conosco, quem estará contra nós?”. Se Deus nos salva, quem nos condenará? Para Francisco, parece que o cristão tem “a força desta certeza de vencedor” nas próprias mãos como se fosse uma propriedade. Como se os cristãos pudessem dizer de maneira triunfal: “Agora nós somos os campeões!”. Mas o sentido é outro: é o fato de que nada jamais “poderá nos separar do amor de Deus manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor”:
“Não é que nós somos vencedores sobre nossos inimigos, sobre o pecado. Não! Nós estamos ligados ao amor de Deus, que nenhuma pessoa, nenhuma potência, nada nos poderá separar deste amor. Paulo viu aquilo que este dom nos dá: é o dom da recriação, é o dom da regeneração em Cristo Jesus. Viu o amor de Deus. Um amor que não se pode explicar”.
“Todo homem e toda mulher – acrescentou o papa Francisco – pode rejeitar o dom”, preferir a sua vaidade, o seu orgulho e o seu pecado. “Mas o dom existe”:
“O dom é o amor de Deus, um Deus que não pode separar-se de nós. Esta é a impotência de Deus. Nós dizemos: ‘Deus é poderoso, pode fazer tudo!’. Menos uma coisa: separar-se de nós! No Evangelho, aquela imagem de Jesus que chora sobre Jerusalém nos faz entender algo deste amor. Jesus chorou! Chorou sobre Jerusalém e naquele choro está toda a impotência de Deus: a sua incapacidade de não amar, de não separar-se de nós”.
Chorou sobre Jerusalém que mata os seus profetas, os que anunciam a sua salvação. E Deus diz a esta cidade, mas a cada um de nós, a todos: “Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha recolhe os seus pintinhos debaixo das suas asas, e não o quiseste!”. É “uma imagem de ternura. ‘Quantas vezes quis que se sentisse esta ternura, este amor, como a galinha com os pintinhos, e vocês não quiseram”. Por isso – afirmou o papa – São Paulo entende e pode dizer que está “convencido de que nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem a altura nem a profundeza, nem qualquer outra criatura poderá nos separar deste amor”:
“Deus não pode não amar! E este é a nossa segurança. Eu posso rejeitar aquele amor, posso rejeitar como fez o bom ladrão, até o fim da sua vida. Mas ali o aguardava aquele amor. O mais malvado, o mais blasfemador é amado por Deus com uma ternura de pai. E como diz Paulo, como diz o Evangelho, como diz Jesus: ‘Como uma galinha com os pintinhos’. E Deus o Poderoso, o Criador pode fazer tudo: Deus chora! Neste choro de Jesus sobre Jerusalém, naquelas lágrimas, está todo o amor de Deus. Deus chora por mim quando eu me afasto; Deus chora por cada um de nós; Deus chora pelos malvados, que fazem tantas coisas ruins, tanto mal à humanidade... Espera, não condena, chora. Por quê? Porque ama!”
Fonte: Rádio Vaticano
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Dom Antonio Ribeiro celebra 54 anos de vida episcopal
Do alto dos seus 89 anos de vida, o arcebispo emérito de Goiânia, Dom Antonio Ribeiro de Oliveira, presidiu a missa em ação de graças pelos 54 anos de sua vida episcopal. A celebração aconteceu na Catedral Metropolitana Nossa Auxiliadora, foi concelebrada por diversos sacerdotes e contou com a participação de religiosos, leigos e autoridades públicas.
Em sua homilia, Dom Antonio se emocionou ao relembrar os dias que antecederam a sua ordenação presbiteral. E contou a todos o sentido de sua doação ao sacerdócio. “No retiro de três dias antes da minha ordenação presbiteral, eu levei um caderno para escrever, mas acabei não escrevendo nada, de tão emocionado que eu estava. Mas na última noite, sozinho no quarto, rezando, eu pensei ‘amanhã eu serei padre’ e escrevi: Jesus, fazei com que aquele que me encontrar, encontre a vós. Não sou padre para mim, não sou padre para qualquer homenagem de grandeza a alguém”.
Dom Antonio também lembrou que foi bispo auxiliar de Goiânia por 14 anos, bispo diocesano de Ipameri (GO) por 10 anos e Arcebispo de Goiânia por 16 anos e que deixou a gestão episcopal há 13. E declarou que continua com o mesmo pensamento de quando se preparava para ser padre. “Continuo padre com o mesmo pedido a Jesus: quem me encontrar, não fique em mim, mas encontre Jesus”. Ao final de sua fala, ele agradeceu a presença e o carinho de todos.
Homenagem
Por ocasião da data, o pároco da Paróquia Santo Antônio de Pádua, no Setor Negrão de Lima, na capital, padre Alaor Rodrigues de Aguiar, publicou o livro “Memórias históricas de Dom Antonio Ribeiro de Oliveira – Homem de oração e comunhão, de fé e de atitudes”. A obra foi distribuída após a missa. O sacerdote ainda aproveitou a ocasião para tecer algumas palavras ao arcebispo. “O emérito da Igreja particular de Goiânia conhecia cada uma das comunidades da Arquidiocese, sabia o nome de quase todas as pessoas que estavam à frente das pequenas comunidades nas periferias geográficas e humanas. Sua palavra era indutiva. Ele ficava alegre e sofria com pessoas de carne e ossos. Via e sentia de perto as alegrias, as esperanças, as tristezas e angústias das pessoas, das comunidades e de cada grupo aos quais ele mantinha atentos os ouvidos e o coração”.
Vários amigos do Dom Antonio participaram da celebração. Getúlio Vitorino, 65 anos, destacou o trabalho social desenvolvido pelo arcebispo. “Convivi com ele nas Pastorais Sociais e eu lembro com muita alegria o seu empenho em ajudar os mais necessitados, procurando sempre trazer as pessoas para participarem normalmente da sociedade”. Genoveva de Freitas, 65 anos, também trabalhou com o arcebispo na articulação das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). “Aprendi com ele a incentivar e valorizar os leigos, priorizar a vivência comunitária para que a experiência de solidariedade e de partilha acontecesse no dia a dia”. Já Augusta Santos Antunes de Oliveira, 69 anos, destacou dois compromissos do Dom Antonio na Arquidiocese. “Um foi com os pobres e a transformação social e o outro o apoio aos leigos e às mulheres na Igreja de Goiânia”.
Atividades como bispo
Como bispo, foi auxiliar de Goiânia de 1961 a 1976; administrador apostólico de Goiás, de 1966 a 1967; administrador apostólico de Itumbiara de 1972 a 1973; membro da Comissão representativa da CNBB; membro Comissão Episcopal para Traduções de Textos Litúrgicos; membro do Conselho Estadual de Educação de Goiás; Padre Conciliar de 1962 a 1965; bispo de Ipameri de 1976 a 1986; membro do Conselho Fiscal da CNBB por dois mandatos; presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB, de 1987 a 1991, na época composta pelos Estados de Goiás e Tocantins e pelo Distrito Federal e por fim, arcebispo de Goiânia de 1986 a 2002. É autor do livro Semana Santa sem Padre, que escreveu na diocese de Ipameri e Carta Pastoral sobre Eleições, além de pronunciamentos e cartas circulares diversas. Seu lema episcopal é “Para que todos sejam um”.
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Fonte: Arquidiocese de Goiânia/Texto e fotos: Fúlvio Costa
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Dogmas Marianos
1-Dogma da Maternidade Divina – Proclamado pelo Concílio de Éfeso no ano 431. A Maria se pode chamar mãe de Deus pela união pessoal de Jesus com o Logos divino. Maria é Theotokos.
2-Dogma Concepção Virginal – A concepção de Jesus é obra do Espírito Santo. Esta afirmação faz parte da Tradição doutrinal da Igreja desde o século III. Proclama que a concepção de Jesus no seio de Maria supera as leis da natureza humana, da geração e do nascimento. Esta realidade deve ser atribuída à ação específica do Espírito Santo.
3-Dogma da Virgindade Perpétua – É uma declaração do magistério da Igreja que se encontra nos Símbolos Batismais, primeiramente no Oriente, desde o século IV. Maria se consagrou para sempre a seu Filho. O nascimento do nosso redentor marca o início de uma nova criação, que santifica e eleva a natureza humana.
4-Dogma da Imaculada Conceição – Ausência do pecado original em Maria. Dogma proclamado por Pio IX no dia 8 de dezembro de 1854 – “Ineffabilis Deus”. Desde o início de sua existência, Maria é eleita e agraciada para a união mais íntima e vital com Cristo. Ela é preservada do pecado original.
5-Dogma da Assunção – É a proclamação da glorificação de Maria. Dogma proclamado pelo Papa Pio XII em 1950. Terminada sua vida terrena, Maria foi elevada (assunta) de modo total e indiviso à glória de Deus. É a festa da glorificação de Maria.
Mons. Daniel Lagni
Mestre em Teologia Dogmática
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sábado, 26 de setembro de 2015
Oração pela nossa terra: Nossa casa comum
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| Cachoeira do Poço Encantado entre Alto Paraíso e Teresina de Goiás |
Deus onipotente, que estais presente em todo o universo e na mais pequenina das vossas criaturas, Vós que envolveis com a Vossa Ternura tudo o que existe, derramai em nós a força do vosso amor, para cuidarmos da vida e da beleza. Inundar-nos de paz, para que vivamos como irmãos e irmãs sem prejudicar ninguém.
Ó Deus dos pobres, ajudai-nos a resgatar os abandonados e esquecidos desta terra que valem tanto aos vossos olhos. Curai a nossa vida, para que protejamos o mundo e não o depredemos, para que semeemos beleza e não poluição nem destruição. Tocai os corações daqueles que buscam apenas benefícios à custa dos pobres e da terra.
Ensina-nos a descobrir o valor de cada coisa, a contemplar com encanto, a reconhecer que estamos profundamente unidos com todas as criaturas no nosso caminho para a vossa luz infinita. Obrigado porque estais conosco todos os dias. Sustentai-nos, por favor, nossa luta pela justiça, o amor e a paz.
Amém!
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Realizado encontro regional de lideranças da Infância e Juventude Missionária
Assessores e coordenadores estaduais e diocesanos da Infância e Adolescência Missionária (IAM) e Juventude Missionária (JM) de dez dioceses do Regional Centro-Oeste realizaram, nos dias 11 a 13 de setembro, mais um encontro de formação de lideranças conhecido como EFAIAM/ELJUMI.
O encontro, no Centro Pastoral São João Paulo II, Vila Nossa Senhora da Abadia em Anápolis (GO), contou com a assessoria do padre André Luiz de Negreiros, secretário nacional da Pontifícia Obra da IAM que na ocasião trabalhou temas como: educação à mundialidade, pedagogia da criança, teologia missionária da criança e apresentou a Campanha Missionária 2015.
“Devemos acreditar numa teologia a partir da criança e não para ela, isto é, observar bem a sua experiência de comunicação com Deus que pode ser por um simples desenho ou outra ação que acontece frequentemente e precisa ser valorizada”, explicou padre André Luiz.
Dom Antônio Fernando Broschini, bispo da diocese de Itumbiara (GO), novo responsável pela animação missionária no Regional Centro-Oeste participou de todo o encontro e presidiu a missa de encerramento no domingo (13). Para dom Antônio “toda atividade missionária deve ser uma via de mão dupla, pois um ajuda a construir a experiência do outro com Deus”.
A hospedagem dos participantes foi nas famílias missionárias da comunidade local. Para o jovem Luiz Fernando, da arquidiocese de Brasília, a acolhida foi uma ótima experiência. A família que o recebeu foi muito acolhedora. Dois jovens da família também estavam participando das atividades que gerou uma intensa troca de experiências.
A jovem Raene Rodrigues destaca o estudo dos temas desenvolvidos pelo padre André na formação e a boa convivência durante o fim de semana. “Mesmo que tenha sido pouco tempo, os momentos com as famílias foram o suficiente para conhecer uma nova realidade e trocar experiências”, relata a jovem.
Com informações da IAM de São Luis de Montes Belos
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Assembleia define novas propostas de ação para o Regional Centro-Oeste
Ao final da 19ª edição da Assembleia do Povo de Deus do Regional Centro-Oeste da CNBB, realizada entre os dias 11 a 13 de setembro, em Brasília (DF), os participantes aprovaram uma carta-compromisso. O texto contém propostas de ação para o triênio 2016-2018, que foram assumidas por todas as dioceses de Goiás e do Distrito Federal.
As propostas foram construídas e discutidas após um breve estudo das atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, e de uma visão panorâmica das ações já realizadas pelo Regional. “Os trabalhos foram realizados de forma serena e participativa, de forma que todos puderam construir propostas que devem colaborar com a ação pastoral, seja das dioceses, seja das pastorais, movimentos e organismos”, explicou o presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB, dom Messias Reis Silveira.
Propostas
São três propostas, que deverão ser implementadas a cada ano. Em 2016, ano da Misericórdia, propõe-se a intensificação do atendimento das confissões, com a realização de mutirões, especialmente nos períodos do Advento e Quaresma. Também ficou definida uma celebração especial do dia da Misericórdia, no segundo domingo da Páscoa, em todas as dioceses.
Em 2017, por ocasião do Ano Vocacional e da celebração dos 300 anos da devoção a Nossa Senhora Aparecida, deverão ser elaborados subsídios em preparação de uma Jornada Vocacional. O evento deverá ser realizado na Catedral Metropolitana de Brasília. “Vamos reunir todas as pastorais para que este seja um momento rico para o nosso Regional”, afirmou o padre Elias Aparecido, coordenador da Pastoral Vocacional no Regional.
Já para 2018, Ano da Família, as dioceses do Regional assumiram o compromisso de fortalecer as ações da Pastoral Familiar. Também deverá ser realizado um estudo da Exortação Pós-Sinodal, que deverá ser fruto do Sínodo da Família, convocado pelo Papa Francisco para o próximo mês de outubro.
Compromisso
Durante a missa de encerramento do evento, o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB Nacional, dom Sérgio da Rocha, refletindo sobre a liturgia do 24º Domingo do Tempo Comum, lembrou a necessidade de se discernir se as iniciativas pastorais conduzem ou não à fé em Cristo. “É preciso olhar para Cristo, partir de Cristo e levar as pessoas para Ele, levando as pessoas a crescer na fé”.
Esta foi a dinâmica que procurou ser realizada durante a Assembleia do Povo de Deus. “Acredito que aqui pudemos avistar mais longe, creio que a Assembleia nos permitiu isso. Agora, voltamos animados para poder servir, com amor e alegria, a nossa Igreja”, afirmou dom Messias.
LEIA A CARTA COMPROMISSO, CLIQUE AQUI
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POM apresentam subsídios da Campanha Missionária 2015
Na tarde desta quinta-feira (17) as Pontifícias Obras Missionárias (POM) apresentaram os subsídios da Campanha Missionária 2015, “Missão é servir”, em coletiva de imprensa. O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo Barreto de Farias, destacou que “quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” (Mc 10,44), versículo escolhido como lema da Campanha. E emendou. “É assim que Jesus vivencia a missão: como servo de Deus que serve de todo o coração. Ele se faz presente para libertar a vida das pessoas, salvar e comunicar essa graça de Deus a todos”, disse o bispo e recordou que a temática está em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2015.
Dom Esmeraldo também comentou que “a missão de Cristo é a missão da Igreja. Essa é agora a missão de cada um de nós”, mostrando a necessidade de animar as comunidades cristãs nessa missão. Para ele, deveríamos priorizar os testemunhos e o Mês Missionário que é um tempo especial.
O bispo citou alguns testemunhos da missão que conheceu nas comunidades em Rondônia, na Bahia e no Maranhão. “Os subsídios da Campanha Missionária trazem testemunhos para motivar a missão na vida das pessoas. Precisamos comunicar isso” disse aos jornalistas.
Subsídios
O diretor das POM, padre Camilo Pauletti, explicou como, todos os anos, a Equipe produz e distribui os subsídios da Campanha. Nesse trabalho, colaboram a CNBB por meio da Comissão para a Ação Missionária, a Comissão para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (Comina). “Normalmente o material fica pronto no mês de junho quando é enviado às 276 dioceses e prelazias do Brasil”, disse padre Camilo e lembrou que todos os itens podem ser baixados do site www.pom.org.br
“Temos a alegria de apresentar esse trabalho, fruto de suor, que com certeza, nas comunidades, nos grupos, escolas, aonde for possível, fará um bem para ajudar os nossos cristãos a se motivarem para o serviço, para a missão”, sublinhou.
Ao apresentar o material, o diretor das POM, falou sobre a finalidade e a quantidade de cada item: o cartaz com o tema e o lema (150 mil exemplares); o livrinho da Novena com a mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial das Missões (200 mil); o DVD com testemunhos missionários (23 mil); orações dos fiéis para os quatro domingos de outubro disponível apenas no site e inseridas em alguns folhetos litúrgicos; seis versões de marcadores de página com a Oração da Campanha (8 milhões de exemplares).
Coleta do Dia Mundial das Missões
A Campanha Missionária tem o seu ponto alto no Dia Mundial das Missões, celebrado no penúltimo domingo do mês de outubro (este ano, dia 18) quando é feita a Coleta para a qual foram distribuídos 11 milhões de envelopes. “Inúmeros projetos e mais de 3 mil instituições são ajudadas com a Coleta Missionária”, explicou padre Camilo e fez um apelo para que todos os cristãos e comunidades ajudem a realizar esse serviço em favor das missões em todo o mundo.
Segundo o diretor, as ofertas vêm crescendo em torno de 5% ao ano sendo que a de 2014 ultrapassou os 9 milhões de reais. “Os cristãos ficam contentes quando são motivados a colaborar. Isso também é um serviço que ajuda as missões”, arrematou o diretor.
Para dinamizar a Campanha Missionária em todo o Brasil, as POM contam com a ajuda dos Conselhos Missionários paróquias, diocesanos e regionais, além dos grupos ligados às Pontifícias Obras: Infância e Adolescência Missionária (IAM), Juventude Missionária (JM), Famílias Missionárias, entre outros.
Além do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo, e do diretor das POM, padre Camilo Pauletti, participou da Coletiva, a assessora do Setor Missão da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), irmã Maria de Fátima Kapp. Promovida anualmente em outubro, a Campanha visa motivar a participação dos cristãos nos projetos missionários em todo o mundo.
BAIXE OS MATERIAIS DA CAMPANHA MISSIONÁRIA, CLIQUE AQUI
Com Pontifícias Obras Missionárias
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Os sete primeiros concílios ecumênicos
Os Concílios são assembleias da hierarquia de várias ou de todas as Igrejas particulares, que se reúnem para tomar decisões vinculantes em questões relativas à fé e à vida cristã. Os Concílios se dividem em gerais ou ecumênicos e regionais ou particulares. A Igreja já realizou 21 Concílios ecumênicos, com perfis muito diferentes, que derivam das diferentes circunstâncias externas e os distintos propósitos internos que os motivaram. Neste artigo são apresentados apenas os sete primeiros Concílios Ecumênicos. Em outros momentos trataremos dos demais.
1- Concílio de Nicéia I: Realizado no ano 325, sendo convocado pelo Papa Silvestre I. É um Concílio trinitário. Condena Ário o qual afirma que Jesus Cristo é criado, e não gerado. Sendo criado não seria eterno. O Filho seria criatura do Pai. Temos aqui um claro subordacionismo. Desta forma Ário estaria negando a divindade de Jesus Cristo. A grande figura da ortodoxia que vem em defesa da verdade é Atanásio, que reafirma a divindade do Filho. O conceito chave usado é HOMOOUSIOS, isto é, o Filho é da mesma substância, consubstancial ao Pai. É da mesma essência e natureza do Pai. Portanto é divino. O Filho não é HOMOIOUSIUS, isto é, de substância diferente da do Pai.
2- Concílio de Constantinopla I: Celebrado no ano 381, convocado pelo Papa Dâmaso. É um Concílio trinitário. Condena Apolinário e os macedônios, chamados de pneumatômacos, isto é, comedores do Espírito Santo. Estes, na verdade, negam a divindade do Espírito Santo. A terceira hipóstase (pessoa) seria criatura. Figura importante aqui é Basílio, o qual afirma que o Espírito Santo não é criatura, é KIRIÓS, isto é, Senhor, e como tal divino. Reconhecimento claro da divindade do Espírito Santo. Condena-se ainda o Modalismo, o qual afirma que Cristo na sua humanidade, seria apenas um modo de aparecer, não de ser. O Modalismo estaria negando a natureza humana de Jesus Cristo, em que o Verbo Eterno, encarnando-se, não teria assumido integralmente a humanidade, mas apenas um corpo. Condena ainda o Adopcionismo, o qual afirma que Jesus Cristo seria apenas adotado pelo Pai.
3- Concílio de Éfeso: Realizado em 431, sendo Papa Celestino I. É um Concílio Cristológico. Condena Nestório e o nestorianismo, que hereticamente afirma haver em Jesus Cristo duas Pessoas e duas Naturezas, isto é, pessoa divina e humana, com natureza divina e humana em Jesus Cristo. Em Jesus Cristo temos uma única Pessoa, a Pessoa Divina do Verbo Eterno, com duas naturezas: a divina e a humana. Temos aqui a preservação do princípio da Unidade na Distinção. Nestório mantem a distinção, mas ignora a unidade da única pessoa divina de Jesus Cristo. Nestório estaria afirmando que em Jesus Cristo há dois sujeitos distintos: o Logos e o Home Jesus Cristo. O Concílio vem afirmar a unidade (uma pessoa) com a distinção (duas naturezas), a divina e a humana, assumida pela encarnação. Éfeso também define a maternidade divina de Maria. Ela é Theotocos (mãe de Deus) e não apenas Cristotocos, isto é, mãe do homem histórico Jesus Cristo. Figura central da ortodoxia aqui é Cirilo de Alexandria que afirma haver uma USIA (substância) com três HIPOSTASES (pessoas).
4- Concílio de Calcedônia: Ano 451, convocado pelo Papa Leão I. É um Concílio Cristológico. Condena Eutiques, este ao contrário de Nestório, afirma a existência da única pessoa divina de Jesus Cristo, mas não preserva a distinção das duas naturezas. Temos aqui a Unidade sem a Distinção. Define a união hipostática, isto é, em Jesus Cristo há duas naturezas (a divina e a humana), em uma só Pessoa, a Pessoa Divina do Verbo Eterno. Calcedônia vem assim garantir a unidade na distinção. A natureza humana de Jesus Cristo é Anipostática, isto é, não tem hipóstase (pessoa) própria. Mantem-se dessa forma a unidade na distinção, sem confusão, nem mistura. Jesus Cristo não só é de duas naturezas como também está em duas naturezas.
5- Concílio de Constantinopla II: Ano 553, convocado pelo Papa Virgílio. Faz uma recondenação do Nestorianismo, que afirma que em Jesus Cristo há duas naturezas e duas pessoas. Duas naturezas sim, mas uma só pessoa, a Pessoa Divina do Verbo Eterno. Reafirma, portanto, a presença de Jesus Cristo em duas naturezas, mas uma só pessoa. A natureza humana de Jesus Cristo é anipostática, não tem pessoa própria.
6- Concílio de Constantinopla III: Celebrado no ano 680-681, sendo Papa Leão II. É um Concílio cristológico. Condena Sérgio, metropolita de Constantinopla, com sua doutrina do Monotelismo, que afirma existir em Jesus Cristo, uma só vontade, a divina. O Concílio vem afirmar que em Jesus Cristo há duas vontades, a humana e a divina, em plena harmonia e concordância.
7- Concílio de Nicéia II: Ano 787, sendo Pontífice Adriano I. Vem reafirmar e defender o valor da tradição eclesial, escrita e não escrita. É a tríada da fé católica sendo reafirmada: Escritura, Tradição e Magistério. Estes três elementos compõem o depósito da fé. Também afirma o valor e o significado dos ícones e imagens, recomendando seu uso.
Mons. Daniel Lagni – Mestre em Teologia Dogmática
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segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Subsídios da Campanha Missionária 2015 serão apresentados pelas POM em Coletiva de Imprensa
As Pontifícias Obras Missionárias (POM) apresentam, na próxima quinta-feira, dia 17, às 14h, durante coletiva à imprensa, os subsídios da Campanha Missionária 2015. Promovida anualmente em outubro, a Campanha tem como objetivo despertar os cristãos para seu compromisso com a missão da Igreja no mundo.
Participam da coletiva na sede das POM, em Brasília (DF), o bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo Barreto de Farias; o diretor nacional das POM, padre Camilo Pauletti; a assessora executiva do Setor Missão da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), Irmã Maria de Fátima Kapp.
O tema desta edição, “Missão é servir”, está em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2015. O lema aborda: “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” (Mc 10,44).
Subsídios
Responsável por organizar, todos os anos, a Campanha Missionária, as POM já enviaram os subsídios às 276 dioceses e prelazias do Brasil para serem distribuídos entre as paróquias e comunidades. Os materiais também podem ser baixados e multiplicados livremente por meio do site www.pom.org.br
Neste ano, os subsídios são compostos por: cartaz com o tema e o lema; livrinho da Novena Missionária; DVD com testemunhos missionários; mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial das Missões; orações dos fiéis para os quatro domingos de outubro; envelopes para a coleta do Dia Mundial das Missões; seis versões de marcadores de página com a Oração da Campanha Missionária e as imagens de Santa Teresinha do Menino Jesus, São Francisco Xavier, Nossa Senhora Aparecida, Dom Oscar Romero, Charles de Foucauld e do papa Francisco.
A Campanha Missionária tem o seu ponto alto no Dia Mundial das Missões, celebrado no penúltimo domingo do mês de outubro (este ano, dia 18) quando é feita a coleta.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) colabora com a Campanha por meio das Comissões para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial e para a Amazônia, além de outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (Comina).
Serviço: Coletiva à Imprensa Campanha Missionária 2015
Data: Quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Horário: 14h
Local: Sede das POM – (SGAN) – Quadra 905 – Conjunto B – Brasília (DF).
Contato: Assessoria de Imprensa- Pe. Jaime C. Patias
Fone (61) 3340-4494 ou celulares (61) 8102 9703 - 9632 0085
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sábado, 5 de setembro de 2015
Lembretes e comunicados importantes
1- Dia 14 de setembro - Ordenações Diaconais- 19h30 – Paróquia Santa Cruz....próximo ao Terminal do Cruzeiro.
-Dia do Seminário Santa Cruz – missa às 10h
2-Dia 19 de setembro - Encontro dos Ministros da Palavra-CPDF.
-Reunião da Forania S. Marcos – Paróquia. N.S. das Graças.
3-Dia 27 de setembro – Almoço de confraternização da Paróquia.
4-Dia 27 de setembro – encontro de coroinhas e acólitos-CPDF.
5-Dia 28 de setembro – encontro de secretárias e responsáveis pela contabilidade das Paróquias-CPDF- das 8h às 17h.
5-Dia 4 de outubro – Dia de oração pelo Cuidado da criação. Motivar em todas as missas, celebrações, grupos...
7-Dia 8 de outubro – Dia do Nascituro - Defesa da vida...motivar.
8-Dias 17 e 18 de outubro – Coleta mundial pelas missões – motivar já no domingo anterior....
9-ANO DA MISERICÓRDIA- De 8 de dezembro de 2015 a 27 de novembro de 2016...introduzir uma missa semanal nesta dimensão...ver melhor horário....
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quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Catequese semanal
Começou a catequese na Paróquia São Sebastião. Os encontros acontecem toda terça-feira às 19h30, nas salas ao fundo da igreja matriz. Mais do que preparativos para os sacramentos, a catequese é o caminho indispensável a todos os cristãos que querem conhecer verdadeiramente a Deus. Pela catequese somos convidados a participar em comunidade dos projetos salvíficos de Cristo. Abaixo algumas palavras importantes do Catecismo da Igreja Católica (CIC) sobre a catequese.
Catequese e criação
§282 A catequese sobre a criação se reveste de uma importância capital. Ela diz respeito aos próprios fundamentos da vida humana e cristã, pois explicita a resposta da fé cristã à pergunta elementar feita pelos homens de todas as épocas: "De onde viemos?" "Para onde vamos?" "Qual é a nossa origem?" "Qual é o nosso fim?" "De onde vem e para onde vai tudo o que existe?" As duas questões, a da origem e a do fim, são inseparáveis. São decisivas para o sentido e a orientação de nossa vida e de nosso agir.
C.19.2 Catequese e iniciação cristã
§1233 Hoje em dia, portanto, em todos os ritos latinos e orientais, a iniciação cristã dos adultos começa desde a entrada deles no catecumenato, para atingir seu ponto culminante em uma única celebração dos três sacramentos: Batismo, Confirmação e Eucaristia . Nos ritos orientais a iniciação cristã das crianças começa no Batismo, seguido imediatamente pela Confirmação e pela Eucaristia, ao passo que no rito romano ela prossegue durante os anos de catequese, para terminar mais tarde com a Confirmação e a Eucaristia, ápice de sua iniciação cristã .
§1248 O catecumenato, ou formação dos catecúmenos, tem por finalidade permitir a estes últimos, em resposta à iniciativa divina e em união com uma comunidade eclesial, que levem a conversão e a fé à maturidade. Trata-se de uma "formação à vida crista integral (...) pela qual os discípulos são unidos a Cristo, seu mestre. Por isso, os catecúmenos devem ser iniciados (...) nos mistérios da salvação e na prática de uma vida evangélica, e introduzidos, mediante ritos sagrados celebrados em épocas sucessivas, na vida da fé, da liturgia e da caridade do povo de Deus ".
C.19.3 Catequese e liturgia
§1074 "A liturgia é o ápice para o qual tende a ação da Igreja, e ao mesmo tempo é a fonte donde emana toda a sua força ." Ela é, portanto, o lugar privilegiado da catequese do povo de Deus. "A catequese está intrinsecamente ligada a toda ação litúrgica e sacramental, pois é nos sacramentos, e sobretudo na Eucaristia, que Cristo Jesus age em plenitude para a transformação dos homens ."
Saiba mais sobre a catequese na Paróquia São Sebastião na Secretaria Paroquial ou pelo telefone: 3286-6531
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